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Relatividade

Já dizia o célebre Físico
Que Deus não jog’os dados!
Não há elementos trocados
Neste universo paradisíaco

E nele só existem dois factos
Que se tomam por infinitos
O universo e os seus críticos
Nessa estupidez ilimitados!

E sobr’a na ocasião
As referências ao génio
E na relatividade, o prémio
Na resposta sobr’a coação!

Que só aí registara o logro
O desespero, a senilidade
Por s’aperceber da gravidade
Como força d’atracção do todo!

E errado nesses seus cálculos
Partiu par’o lirismo
Fazendo um paralelismo
C’o lançamento dos dados!

Que se podia comparar
O génio c’um Machado
O carácter c’um trocado
Qu’um vintém pode comprar!

E perdendo as estribeiras
O Bruno socorreu-se da idade!?
Esquecendo-se qu’a eternidade
É um Manual de boas maneiras!

Não só aplicado a Viscondes
Porqu’o Universo é de todos
E há que registar bons modos
Em qualquer órbita em que t’encontres!

Por isso chamar-se Einstein
Para justificar a teoria
Dessa coacção “vazia”
Só mesmo do génio Frankenstein!

Que projectand’o monstro
Este vira-se contr’o seu criador:
Queria sete pontos à melhor
Cozidos como nesse conto!

E na imensidão do universo
A qu’a imaginação dá forma
Tudo é permitido na soma
A qu’a estupidez dá nexo!

Por causa dessa causalidade
O universo está em expansão
A humanidade é o seu leão
Na selva da sua bestialidade!

Porque não há coação
Na véspera do jogo crucial
Quand’o alvoroço grupal
É sentenciado numa direcção?

Por isso a relatividade
É a peça maior da engrenagem
Não há espaço sem clivagem
Nem tempo sem sobriedade!

E tud’o que se regista
Neste universo expansivo
É assunto do seu arquivo
E não se perde a sua pista!

E uma resposta existe
Por cada acção no planeta!
Seja numa lua ou cometa
Essa gravitação persiste!

Por isso podem brincar
Aos físicos da “bola curva”
Julgando que lhes bast’a turba
Para o mundo fazer girar!

Qu’a resposta está a caminho
Porqu’o Universo está em expansão!
E não há consequência ou (co)acção
Que s’esqueça nesse burburinho!

Por isso Bruno, podes ir estudar
Os processos da física quântica
E lembra-te, não é a semântica
Qu’a existência vai determinar

É uma essência sublime:
O foco nesse resultado!
Qu’ainda que desvirtuado
Num jogo em prova do crime

Terá uma correspondência
Uma correlação inefável
O que num universo mensurável…
Equivale à própria ciência!

Por isso podes esperar
Pela resposta no tempo
No espaço, a tod’o momento…
Qu’o Universo está para ficar!

É só fazer as contas...
É só fazer as contas…
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