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O Natal do Joker

Pai Natal, foi um ano perfeito!
Ganhar daquela forma
Tem outro peso, conforma
Todo e qualquer sujeito!

Não creio restarem dúvidas
Sobre o nosso pan-portismo!
Onde todo este meu lirismo
Tem meras pretensões lúdicas!

E apesar daquele “anónimo”
Não gostar das minhas piadas
Sei-o Batman, por pseudónimo!
E sinto-lhe as asas/unhas cortadas!

É uma águia escondida
Ou um leão acossado
E vinga-se a cada partida
Não no jogo, no letrado!

E por entender de poesia
É refinado no gosto!
Lê quadras pr’a seu desgosto!
O tema dá-lhe malvasia!

Mas pode continuar a ler
Qu’o tema é inspirador
E nesse espaço pode escrever
Por onde lhe for maior a dor!

S’a mesma vier do cotovelo
Pode atacar de soslaio
E nos comentários vou lê-lo
Até esse findar de Maio!

Pois conto lá festejar o tetra
Como desejo deste Natal
E a poesia se fará à letra
D’acordo com o meu ideal!

Pois não peço licença
Pr’a escrever o que me suscita
Sou o Joker, sem outra referência
E o Porto é a minha musa da escrita!

E conto por bem festejar
Mais um campeonato nacional!
E mais não posso desejar…
Qu’outra prenda de Natal:

O Valdemar a comentar
Esse jogo decisivo…
E ver a sua cabeça a inchar
A cada golo sofrido!

E ter a seu lado o Conduto
A comentar na benfica Tv
E com uma careta de luto
Vergar-se aquilo que se vê!

Não sou, nisto, muito exigente
Um pouco como a minha poesia
E só quero uma quadra coerente:
A do Natal com ALEGRIA!

FELIZ NATAL!

WHY SO SERIOUS?

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