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Um fim de semana futebolístico

Em jornada acidentada, lá pr’os lados de Alvalade
Encontramos na fornada, outros traços d’incredulidade
Uma goleada de mão cheia, assente numa expulsão
Foi tomada por “tareia”, nos insuspeitos da comunicação!

Sim, porque em nada fez a diferença, a prematura saída
Foi de uma total indiferença, perante aquela “movida”
De uma equipa “avassaladora”, como diria o manhoso
Uma máquina “trituradora”, no seu escrever cavernoso!

O jogo já estava ganho, afiançava-o o mestre da táctica
Nem com todo o seu engenho, paravam aquela “máquina”!
– Seja com dez ou com onze, a vitória é só minha!
– O Setúbal não vai longe, joga lá o Amoreirinha!

Do qual ninguém desconfia, nas entradas sem sentido
Que de cérebro atrofia, sente-se, ainda de vermelho
vestido!
Se fosse com outro clube, ou tivesse uma escola diferente
Ah, aí pertenceria à trupe, e tudo fizera conscientemente…

E numa entrada assassina, a que S.Jorge não foi vesgo
Quase nos destruía a pantomina, lesionando o Melgarejo!
Que é uma grande promessa, como bem se depreende
Encomendemos uma reza, que por nunca se ausente!

Se mesmo em fora-de-jogo, se tornam totalmente inefáveis
Como não os levar a jogo, mesmo nestes “imponderáveis” ?
São melgas em extinção, precisam de ser bem preservadas
Criemos uma associação, para a protecção destas pragas!

E indiquemos pr’a benfeitor, o S.Jorge do vale do Sousa
Qu’ele a proteger é um amor, não vale é grande cousa
A não ser pr’a protector, das ansiedades dos carentes
Justificando o andor, nos benefícios mais que evidentes.

E assim se pagam ordenados, com boa técnica à “Moretto”
Mesmo que se mostrem indignados, no encalço do graveto
E tudo está na paz de Deus, com o slb em superioridade
Desde que não seja contra os seus, é tudo veracidade!

Como se não bastasse o insólito, de dois jogos com mais um
Que em nada foi de propósito, para ajudar o “Pluribunum”
Temos no reino da “circular”, outra equipa muito forte
Que na terra do Hagar, viu amadores com muita sorte!

Sim, que foram massacrados, por uns “fortes” leões listados
Que se viram abençoados, perante uns “vikings” esfaimados
Ainda que jogassem “muito bem”, ao que o empate lhes serviu
Contra o Colosso do Horsens, do melhor que o mundo já viu!

Regressados, gloriosos, pelo embate na Liga Europa
Entraram em campo, garbosos, fusos como na tropa
Para arrasar, determinados, todo e qualquer entrave
Acabaram, derrotados, pela guerrilha do Rio do Ave!

Ainda que usassem o “lobo”, esse grande predador
Que mete golos em dobro, no seu total esplendor
Nas balizas imaginárias, do velho Paço do Duque
Nas propostas milionárias, se vê o brilho do truque!

Como nas outras “noticias” dos setenta e cinco milhões
Avançadas como carícias, no pasquim das multidões
Incentivando às conquistas, do clube dos seis milhões
Só se vendem os “artistas”, nas páginas dos aldrabões!

Se for de um clube de azul e branco, forçam, pois, a saída
Ninguém fica por encanto, todos querem fazer-se à vida
Só no clube dos milhafres, vestem com amor à camisola
Que o diga a “lenda” cafre, quando andou a pedir esmola!

E com renovadas ambições, estamos na senda doutro tri
Contra todos os canastrões, com exclusiva crença em si
Mesmo com Girafas em campo, que se fosse à laia do costa
Já lhe tinham “limpo o sarampo”, como quem faz vista grossa

amoreirinha

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